Conheça a história tenebrosa do homem mais depravado de que há memória

Temos quase a certeza de que você já alguma vez em sua vida escutou o termo “sádico”, “Você é um sádico”, estamos certos? Pois bem, alguma vez passou por sua cabeça que esse termo tivesse tido origem em uma única pessoa?

A verdade é que a palavra “sadismo” tem mesmo origem em uma única pessoa, estamos falando do Marquês de Sade, que ficou conhecido em especial por ser muito rebelde e por ter gostos um tanto ou quanto peculiares.

 

Conheça agora a história tenebrosa do homem mais depravado de que há memória:

 

Mas então, o que fazia o Marquês de Sade?

Donatien Alphonse François de Sade, conhecido como o Marquês de Sade, era um escritor que nasceu em 1740 e que tinha uma “adoração” extrema por: sexo. Inclusive é apelidado de o “homem mais depravado da história”, uma vez que as suas práticas sexuais eram bizarras, para não dizer mais. Ele apenas estava interessado em relações que envolvessem a violência, dor e humilhação.

 

Mesmo tendo sido abandonado pelos pais, ele sempre foi muito mimado e todas as suas vontades eram atendidas, o que pode explicar muita coisa sobre personalidade em que se veio a tornar.

 

Uma infância perturbada

Desde a infância que o seu comportamento violento se tornou evidente. Dizem que, a certa altura, Sade e o seu primo, o príncipe Condé, estavam brincando e que Sade simplesmente começou a espancar o primo de forma violentíssima por este ter pegado em um brinquedo. Desde então que a família começou a ter mais atenção ao comportamento de Sade, procuravam inclusive satisfazer os caprichos deste para que se mantivesse mais calmo. Os Pais de Sade, após perceberem o comportamento deste, abandonaram-o. Assim, Sade foi viver com a avó, onde passou os primeiros anos que vieram a marcar toda a sua história.

A sua avó, era visitada regularmente por suas filhas. Quatro delas eram freiras, mas, a mais nova, Henriette-Victoire, tia de Sade, era uma verdadeira beldade e muito promiscua. Todas as tias eram muito afectuosas com o garoto, talvez até demais, pois inclusive chegavam ao ponto das carícias sexuais.

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